Porto | Roteiro de viagem | Visitar Porto

Melhor Destino Europeu“, European Best Destination, galardão que, em 2017, distingue a cidade do PORTO, pela 3ª vez, depois dos anos de 2012 e 2014.

A conquista desta importante distinção internacional, deveu-se ao recorde absoluto de 138 mil votos, dos quase meio milhão de votantes de mais de 170 países, que colocaram o PORTO, a “Cidade Invicta” no topo da lista de vinte candidatos.

O consenso para uma votação tão alargada e tão expressiva parece encontrar-se, entre outros, no que de melhor a cidade tem para oferecer: as pessoas, o rio, o mar, a arquitetura, a gastronomia, a arte, a cultura e lazer.

“OH MORCOM, BAI-ME À LOJA”

“OLHA ESTA SOSTRA A LAUREAR A PEVIDE”

“OLHA ESTES DOIS A PICAR O PONTO”

Estas e outras “pérolas”, que encontramos estampadas em caixas de eletricidade na Rua das Flores, podiam bem ser expressões lapidares de uma certa forma de estar e ser das pessoas do PORTO: o linguarejar fácil, solto, que mesmo quando recorre ao vernáculo ou ao brejeiro mais ortodoxos, parece nelas espontâneo e, as mais das vezes, totalmente inofensivo; a singularidade e simplicidade que caracterizam a generalidade dos comportamentos e atitudes que se expressam, no trato, pela afabilidade genuína, pela capacidade de bem receber, pela entreajuda e pela solidariedade; uma forte identidade que as leva a defender o Porto “com unhas e dentes”!

O que ver no PORTO

Manifestações de arte e traços de um carácter que tipicamente definem os portuenses, ou de uma maneira mais informal, os tripeiros, alvo da admiração de quem os visita.

Mas o PORTO é também o seu rio Douro, de ouro, pela riqueza do seu fantástico caudal navegável, das suas pontes magníficas, das suas margens belíssimas, da sua foz romântica a esprair-se pelo omnipresente azul do Atlântico e da cidade.

E também a sua gastronomia, as Tripas à moda do Porto, as francesinhas, o pão de ló, o vinho do Porto. Os seus restaurantes, cafés, bares e esplanadas ribeirinhas.

As suas praias, os seus jardins e parques, como o Parque de Serralves ou o Parque da Cidade.

E a sua riquíssima arquitetura, arte, tradição e história longa de séculos, de muitas culturas, de variegadas gentes.

O PORTO é, o seu CENTRO HISTÓRICO, Património Mundial pela UNESCO.

Podemos percorrê-lo demoradamente.
Apreciando, saboreando, registando cada momento.
Merece a pena.

O centro da cidade é servido pela rede de metro, pelo que se chega com facilidade à sua principal sala de visitas, a Avenida dos Aliados, encimada pelo aristocrático edifício da Câmara Municipal.

A partir daqui, num raio de poucos kilómetros, podemos encontrar quase tudo o que de mais relevante o Centro Histórico do PORTO conserva para nos mostrar.

Seguindo pela esquerda, encontraremos o Mercado do Bolhão, a Rua de Sta Catarina, a Capela das Almas, o Café Majestic, o Coliseu do Porto, a Igreja de Sto Ildefonso, a Praça da Batalha, o Teatro Nacional de S. João, a Muralha Fernandina, o Elevador dos Guindais que nos transporta à Ribeira.

Derivando pela direita, o Teatro de Carlos Alberto, a Igreja do Carmo, a Praça dos Leões, o Museu de História Natural e da Ciência, a Livraria Lello, a Torre dos Clérigos, a Cadeia da Relação que acolhe o Centro Português de Fotografia, a Igreja de S. Bento da Vitória, a Rua das Flores, a Igreja e Museu da Misericórdia, o Mercado Ferreira Borges, o Palácio da Bolsa, a Igreja de S. Francisco, a Casa do Infante e, de novo, a Ribeira.

Descendo a avenida, podemos apreciar as belíssimas fachadas dos edifícios, fazer uma pausa no Café Guarany, admirar os magníficos painéis de azulejos da Igreja dos Congregados e da Estação de S. Bento, prosseguindo à direita pela Rua das Flores, ou em frente para a Sé Catedral, e, por entre becos, ruelas e escadarias estreitas, descobrir a Torre do Barredo, o mais antigo exemplar da arquitetura civil medieval do bairro que nos conduz até à Ribeira.

O que fazer no PORTO

Na Ribeira, escolhemos uma esplanada ou um assento sobranceiro ao rio, para apreciar a vista única que só daqui, e de nenhum outro lugar, é possível verdadeiramente desfrutar.

Atravessando o tabuleiro inferior da Ponte D. Luís, para a outra margem, do lado de Vila Nova de Gaia, podemos rematar o nosso périplo com uma visita às Caves do Vinho do Porto.

E, reconfortados com a prova e degustação do famoso néctar, regressar ou, subir de teleférico até ao Jardim do Morro, junto do tabuleiro superior da ponte. Uma vez aqui, podemos visitar o Mosteiro da Serra do Pilar, e fazer a travessia, a pé ou de metro, em direção ao centro e ao ponto de partida.

Como quer que seja,

Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
Vê um velho casario
Que se entende até ao mar (…)”

(excerto de “Porto Sentido” de Carlos Tê, interpretado por Rui Veloso)

E, em atravessando e vendo, só pode mesmo ficar maravilhado com o espetáculo deslumbrante de uma cidade que aprendeu a ser sedutora combinando tradição e modernidade, e pela qual, difícil mesmo, é não nos apaixonarmos.

Falamos do PORTO, a capital do Norte, mas também de Lisboa, a capital do País, aqui em  Roteiro LISBOA .

 

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