De Fort William a Oban | Escócia

De FORT WILLIAM a OBAN ao longo de Ben Nevis e Glencoe

Como referimos em  MALLAIG – FORT WILLIAM  estamos numa das mais belas regiões de toda a Escócia.

A primeira parte do percurso entre Fort William e Oban, integra uma das mais belas regiões cénicas de toda a Escócia, dominada pela imponência das montanhas de Ben Nevis e pelo extraordinário vale de Glencoe.


 

E mesmo que imaginemos o sol num dia magnífico a cobrir de luz montes e vales, a verdade é que, nem mesmo a chuva, a neblina e os tons cinza a inundarem o azul dos lagos e o verde da vegetação, retiram beleza e magia à paisagem sublime destes lugares!

E do mesmo modo que devemos resignar-nos à vontade da Natureza, devemos esforçar-nos por entender-lhe os sinais… talvez que, as nuvens negras sobre Glencoe, queiram recordar-nos que a beleza do magnífico vale foi outrora palco de um dos mais sangrentos massacres da história do país. E que, quer faça sol quer faça chuva, a história dos lugares, como a das pessoas, é feita de todas as memórias.

A meio caminho entre Glencoe e Oban o curioso Castle Stalker

um belo castelo numa bela ilha de maré, que inspirou o interesse dos Monty Python no filme Monty Python e o Santo Graal.

De resto, o castelo consta de uma muito bem preservada torre medieval de 4 pisos, integrado numa área que, tendo em conta a beleza envolvente, é também classificada como zona cénica nacional.

O que ver em OBAN

Oban significa “pequena baía”, em gaélico escocês.
Na verdade, a baía de OBAN não parece tão pequena assim, mas a pequena cidade é dominada pela baía em forma de ferradura, protegida pelas vizinhas ilhas de Kerrera e Mull. Estas e outras das Ilhas Hébridas, podem ser facilmente acedidas e visitadas de ferry, a partir do porto de Oban.

No monte, acima do casario, destaca-se uma construção circular, atípica, a Torre de McCaig, um monumento à família do banqueiro que a mandou edificar nos finais do séc. XIX.
E mesmo que a torre não justifique a subida, existe sempre a possibilidade de relaxar nos jardins envolventes e usufruir da bonita vista sobre a baía.

O pequeno núcleo urbano concentrado pode percorrer-se facilmente a pé, visitando as lojas, os bares, cafés e restaurantes, a bicentenária destilaria, o museu, as igrejas, as catedrais de St. John e de St. Columba

O que fazer em OBAN

A fama e o proveito locais, não dispensam uma visita à destilaria e a degustação do afamado whisky de malte, a pausa para uma bebida quente na loja do chocolate, ou a sanduíche de marisco acabado de cozinhar num dos restaurantes do cais.

São investimentos seguros e marcas definitivas da cidade, que contribuem para o nosso bem-estar e enriquecem o património das nossas memórias.

Sendo certo que existem investimentos alternativos…

… que duas catedrais numa cidade pequena, são oferta bastante para satisfação das necessidades do espírito e da procura local!

No regresso,

Glasgow espera-nos com um convite para 2018, que não recusamos de todo! E que prometemos equacionar!

Até lá!

 

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