O que ver O que fazer em GLASGOW oriental

O que ver em GLASGOW oriental

Como referimos em O que ver O que fazer em GLASGOW ocidental , uma grande cidade como GLASGOW oferece-nos muitos pontos de interesse:

  • Galerias de Arte e Museus (a maioria gratuitos): Kelvingrove, Provand’s Lordship (a casa mais antiga de Glasgow), dos Transportes, da Gaita de Foles
  • Igrejas e Catedrais: de Glasgow, St Mungo’s, de Sta Maria de Glasgow, de Sto André de Glasgow
  • Necrópole
  • Glasgow Royal Concert Hall
  • Arquitetura moderna: Glasgow Tower, Science Centre, Armadillo
  • Parques: Glasgow Green, Kelvin Park, Winter Gardens

O que fazer em GLASGOW oriental

Glasgow é uma cidade calorosa, com a maior diversão noturna da Escócia, recheada de bares e pubs famosos pela sua cerveja e pelo excelente whisky de malte, sendo considerada uma das mais excitantes do Reino Unido.

Roteiro2

 

O que ver em GLASGOW em detalhe

Como o anterior, um percurso que parte da praça George Square.

Apontamos de novo ao rio Clyde para, agora, percorrermos um pouco da sua margem oriental, à nossa esquerda, na direção do Parque Glasgow Green.

Na rua Clyde, marginal ao rio, descobrimos a bonita ponte suspensa Portland Street Suspension Bridge,

e uma das catedrais da cidade, a Roman Catholic Metropolitan Cathedral of St Andrew,

Catedral Católica Romana, de fachada ornamental, considerada um dos mais elegantes exemplares da arquitetura religiosa da cidade.
A sua construção data do início do séc XIX, e deve-se ao afluxo de trabalhadores católicos da Irlanda e das Highlands (Terras Altas do norte da Escócia), atraídos pela expansão industrial de Glasgow, no final do séc. XVIII. Note-se que nos dois séculos seguintes à Reforma, a presença católica em Glasgow praticamente tinha desaparecido.

No final da rua Clyde, o Glasgow Green, o mais antigo parque da cidade com os seus People’s Palace, o Palácio do Povo, que alberga um museu, gratuito, que conta a história da cidade e das suas gentes, e Winter Gardens, os Jardins de Inverno, que reúnem uma variada coleção de plantas exóticas.

Subindo a rua High Street, que se prolonga para norte a partir do final da Clyde Street, avistamos no alto de uma colina uma das grandes atrações de Glasgow, a Necrópole

um dos mais renomados cemitérios da Europa, de estilo vitoriano, com muitas sepulturas de famosos projetadas por grandes arquitetos, num imenso espaço verde sobranceiro à Glasgow Cathedral

a Catedral medieval cristã pertencente à Igreja da Escócia, também conhecida como St Mungo’s Cathedral, em homenagem ao santo padroeiro da cidade.

Nas proximidades situam-se o St Mungo Museum of Religious Life and Art, que acolhe exposições de todas as religiões do mundo, a Glasgow Royal Infirmary, um hospital escola com cerca de 1000 camas e a Provand’s Lordship, a casa mais antiga de Glasgow.

Seguindo a rua Cathedral Street, atravessamos o campus universitário de Strathclyde

passando pela estação ferroviária Queen Street até The Glasgow Royal Concert Hall,

uma das mais prestigiadas salas de concertos da Escócia, bem no centro de Glasgow, no cruzamento de duas das ruas mais comerciais da cidade, Buchanan Street e Sauchiehall Street.

Várias destas vias são pedestres, o que nos permite deambular descontraídamente pela cidade, pela imensa variedade de casas comerciais, restaurantes, bares e esplanadas, que oferecem bons petiscos, cerveja e whisky escoceses, e animação noite adentro.

Ou ainda apreciar os monumentos, as estátuas, o design, a arte urbana, a diversidade arquitetónica, as belas fachadas,

ou a street art

a arte de rua, tantas vezes anónima e nem por isso menos genial!

O génio que a cidade convoca em “People Make Glasgow“, o mote para recuperar dos anos de crise e estagnação que se seguiram à desindustrialização.

“Plantando” novas árvores…

… e pondo o tempo a correr!

O que ver em GLASGOW o que fazer, o que saber, ao longo deste e do anterior post  O que ver O que fazer em GLASGOW ocidental , deixa-nos a certeza de uma cidade acolhedora, vibrante, a desafiar a decadência pós-industrialização, a renovar-se do ponto de vista arquitetónico, a reinvintar-se cultural e socialmente e a apostar na inovação e no saber com o contributo precioso do prestígio das suas universidades, convocando todos para  essa tarefa.

Todos. Também os que como nós, e os milhares de tantos como nós, que estando apenas de passagem podem contribuir com a autenticidade da sua experiência e do seu testemunho para que outros se sintam motivados a visitar uma cidade cuja pujança vibrante não os deixará dececionados.

Glasgow promete!

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